Mudam
as palavras dos economistas e especialistas em finanças, mas a verdade é que ninguém
sabe o que vai acontecer com a economia mundial. No ano passado, países com
Grécia e Itália afundaram em uma longa crise financeira que ainda não dá sinais
de alívio. O rebaixamento da nota que avalia a capacidade de os Estados Unidos
pagarem sua divida, feita pela agência de classificação de risco Standard &
Poor´s, deu uma verdadeira rasteira no Ibovespa, índice brasileiro que reúne as
ações mais negociadas da bolsa de Valores. O Ibovespa chegou ao final do ano
com queda de 18% e desabou 8% em um único dia. Mas
quem tem sangue frio e quer entrar no mercado pode aproveitar o preço baixo das
ações.
A
pouca oscilação das ações e a maior segurança de retorno tornam as defensivas
uma opção quase obrigatória em qualquer carteira. Marco Aurélio, analista da
corretora Coinvalores, de São Paulo, sugere que todo investidor monte um
pequeno exército para sua proteção. “Qualquer estratégia de investimentos em
bolsa deve ter pelo menos 20% do dinheiro aplicado em ações defensivas”, são
ações que caem como luva no bolso de quem dá os primeiros passos no mercado de
renda variável. À medida que ganhar mais experiência, o investidor pode tomar
mais risco, conseguindo maiores ganhos no dia a dia dos negócios, ainda
que sirva como escudo, uma carteira de dividendos é inadequada para quem
pretende usar a grana no curto prazo. “Não é uma opção para as pessoas que
querem ficar menos de um ano no mercado”, diz Pedro Galdi, analista da SLW
Corretora, de São Paulo.
Fonte: Revista Você S/A
Data: 25 de Fevereiro de 2012
Fonte: Revista Você S/A
Data: 25 de Fevereiro de 2012
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